Empreendedores britânicos dão dicas para startups criativas

28/11/12 Redação

No primeiro semestre deste ano, o jornal inglês The Guardian realizou um live chat entre o público do site e empreendedores culturais e criativos, responsáveis por diversas empresas e eventos importantes do Reino Unido. A coluna online Culture Professional Network fez um apanhado com as melhores dicas ouvidas durante esses chats.

Patricia van den Akker, diretora no The Design Trust, consultoria para profissionais da área, declarou que as formas de financiamento têm que ficar em segundo plano. O foco do empreendedor tem que ser a criação de produtos e serviços pelos quais os clientes pagariam, oferecendo diferentes tipos de serviço em diferentes escalas de preço.

Para Estela Oliva, fundadora dos eventos de arte e tecnologia Alpha-Ville, existe uma pressão muito grande para um “business approach”, em todas as áreas, mas a verdadeira chave para o sucesso é entender o real valor que o empreendimento quer transmitir, uma vez encontrado, é hora de buscar o melhor modelo de negócios. “Do nosso ponto de vista, flexibilidade tem sempre sido a chave para escolher o modelo certo”, afirma.

“Acredito que enquanto continuarmos encantando a nós mesmos e as pessoas ao nosso redor, esta é a melhor maneira de manter o negócio vivo e (mais importante) divertido”, disse a fundadora e diretora do Art on the Street CIC, Marie-Anne Leonard. “Sei que soa clichê, mas se não é uma experiência agradável, então provavelmente não é o caminho certo. Aqui [na Art On the Streets] frequentemente somos elogiados pela quantidade de risadas que damos – não é nossa qualidade mais profissional, mas certamente é a mais cativante!”.

Anne-Marie Imafidon, analista de negócios e gerente de colaboração comunitária em um banco de investimento global, afirma que antes de embarcar no seu projeto é importante se perguntar: Por que quero iniciar um negócio? Que problema estou tentando resolver? Existe alguma audiência que estou tentando atingir? Estou apaixonado pela minha ideia?

A íntegra da reportagem, em inglês, está disponível aqui.

*Com informações do site Guardian Professionals Network

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