Moda brasileira busca reinvenção do modelo de negócios

19/12/12 Redação

Reportagem do jornal Valor Econômico desta terça-feira (18/12) mostra como o setor de moda brasileiro está buscando se reinventar para superar novos desafios como a o crescimento do varejo online, a chegada de grifes internacionais com força ao país e a fast-fashion, que consegue vender as últimas tendências por preços baixos.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), o volume de artigos importados que entra no mercado vem crescendo. A importação representa hoje 25% do consumo aparente. Os profissionais do segmento também têm que lidar com os impostos, que correspondem a 40% do valor de uma peça de roupa feita no Brasil.

Para inverter essa lógica, um grupo de estilistas e empresários cobraram, durante a São Paulo Fashion Week, um planejamento para o setor, que envolva qualificação de mão de obra e políticas fiscais que estimulem a produção.

O segmento do varejo atravessa um período inédito. De acordo com a pesquisa WebShoppers, do e-bit, a categoria “moda e acessórios” já ocupa o terceiro lugar entre os artigos mais vendidos pela web, no Brasil, com uma fatia de 11%. De acordo com o consultor Luiz Alberto Marinho, da BrandWorks, a expansão do comércio eletrônico de artigos de moda já preocupa os lojistas dos shoppings. “O consumidor vai querer cada vez mais comprar sem sair de casa”, diz o consultor. Há muito espaço para crescer. De acordo com Marinho, as vendas on-line representam apenas 2% do varejo brasileiro.

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*Com informações do jornal Valor Econômico 

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